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Balanço Geral Bahia

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Balanço Geral Bahia
Informação geral
Formato
Duração60 minutos aprox.
País de origem Brasil
Idioma original(em português)
Produção
Diretor(es)Douglas Tavolaro
Apresentador(es)Raimundo Varela
Emissora(s) de
televisão lusófona(s)
Mostrar lista
Portal Televisão

Balanço Geral Bahia é um telejornal local brasileiro exibido pela Record Nordeste, emissora da Rede Record em Salvador, BA. O Balanço Geral é exibido de segunda à sábado, ás 12h, após o Hoje em Dia.

O Balanço Geral mostra as principais notícias do dia em todo o estado. Além disso, o telejornal retrata, também, através dos seus quadros, a realidade e a opinião dos baianos na TV, expressando a voz do povo.

Índice

História

Início no rádio

Criado em 1980, na Rádio Sociedade da Bahia, após a venda da emissora pertencente ao grupo Diários Associados para o Sistema Nordeste de Comunicação, do empresário Pedro Irújo, o programa Balanço Geral foi Idealizado por Alfredo Raymundo Filho, que na época era diretor geral da empresa (atualmente condômino dos Diários Associados e um dos donos da Rádio Tupi, do Rio de Janeiro). Era apresentado de segunda a sexta-feira, das sete às nove horas da manhã.

O primeiro apresentador foi Fernando José Guimarães Rocha, popularmente conhecido como Fernando José. Antes do Balanço Geral, trabalhou como locutor de futebol da TV Itapoan e apresentador dos programas: Telesporte (depois apresentado por Raimundo Varela) e O Povo na TV (ao lado de Raimundo Varela). Em 1989 foi prefeito da cidade de Salvador, permanecendo até 1992, substituído pela ex-prefeita Lídice da Mata. Este veio a falecer em 1998.

O primeiro repórter foi Guilherme Augusto Santos Brandão, popularmente conhecido como Guilherme Santos. Anteriormente à participação do programa – quando a emissora ainda pertencia ao grupo de Assis Chateaubriand –, durante um ano foi o único profissional contratado responsável pela cobertura das reportagens da emissora, acumulando várias funções. Em 1989, elegeu-se vereador da cidade de Salvador, concluindo o mandato em 1992.

Após alguns meses de lançamento do Balanço Geral, outros repórteres foram contratados pela Rádio Sociedade e passaram a fazer parte da equipe de reportagem: Cristovaldo Rodrigues (irmão de Cristovão Rodrigues), Galvão, Gerdan Rosário, Jota Lacerda e Oswaldo Maia. Apresentado de segunda a sexta-feira, era transmitido das sete às nove horas da manhã. O formato jornalístico era composto por: leitura das manchetes dos principais jornais do país, fazendo repercutir as notícias mais importantes, com comentários feitos pelo âncora. Havia também entrevistas com autoridades e personalidades.

Tendo o objetivo inicial de prestação de serviços, através do telefone a população fazia reclamações e reivindicações. Os repórteres informavam sobre: o trânsito da cidade, o movimento das estradas, da rodoviária e do aeroporto; os atendimentos de emergência do pronto-socorro no Hospital Getúlio Vargas – que ficava no Bairro do Canela (atualmente desativado) –, noticias policiais direto das delegacias, as filas da previdência social e visitavam os bairros a pedido da população que apontava suas necessidades.

Toda transmissão ao vivo era feita através de LP (Linha “Telefônica” Privada) fixado em alguns postos de reportagem, e através do rádio transmissor VHF, instalado nos carros da emissora. Com a saída da equipe inicial, em 1988, por compromissos político, houve diversas reformulações no formato do programa e vários foram os apresentadores que ancoraram: Cristovão Rodrigues, Raimundo Varela, Djalma Costa Lino e Genildo Lawinsk. O Balanço Geral na Rádio Sociedade da Bahia nunca deixou de ser transmitido, porém, durante nove anos não foi definido um formato que garantisse o mesmo sucesso alcançado pela dupla Fernando José e Guilherme Santos.

O programa teve aceitação pública, novamente, com retorno do apresentador Raimundo Varela, em 1997, além do segundo âncora, Armando Mariani, que fazia menor participação. A equipe de repórteres passou a ser integrada por Diniz Oliveira, Beto Mendes, Adelson Carvalho (atualmente apresentador do programa: Sociedade Alerta, na rádio Sociedade da Bahia) e outros.

Atualmente, é apresentado apenas por: Armando Mariani, de segunda à sexta-feira, e aos sábados por Adelson Carvalho, das seis às oito horas da manhã. A equipe de jornalistas é indefinida, pois não possui profissionais contratados especificamente para o programa.

Diariamente, divulga notícias de manchetes jornalísticas com pequenos e raríssimos comentários, bastante rápidos. Boa parte do programa é de interação com os ouvintes através do telefone, que reivindicam, além dos problemas dos bairros, resoluções de casos pessoais, não raro, solicitação de ajuda médica, advogados, cesta básica, remédios, materiais de construção etc. Em alguns casos, os próprios ouvintes se ajudam.

Possui “flashs” (intervenções) ao vivo do Hospital Geral do Estado (HGE) e dos movimentos das delegacias. Esporadicamente, apresenta reportagens de bairros e uma vez por semana notícias ao vivo do interior.

Início na televisão

Com o sucesso do programa Balanço Geral na Rádio Sociedade, Alfredo Raimundo (diretor da TV Itapoan, na época), implantou o formato com adaptação para a TV em dezembro de 1985. Idealizando um programa que apelasse para o gênero popular e funcionasse como um meio assistencialista para a população, atendendo as reivindicações e mostrando os problemas da cidade de Salvador.

Foi apresentado, até 1988, por Fernando José e, diferente da rádio, na TV, Guilherme Santos foi o único repórter do programa. Este também substituía o apresentador na ausência ou férias, além de acumular funções como pauteiro e produtor das reportagens.

Transmitido de segunda a sexta-feira, das dezoito às dezenove horas, após alguns meses de lançamento, teve uma versão aos sábados, no mesmo horário, especificamente com notícias sobre o interior baiano, nomeado Balanço Geral do Interior. Guilherme Santos, devido à popularidade conquistada pelas reportagens do tipo sensacionalista que produzia e, segundo o Ibope, motivavam o primeiro lugar de audiência. Passou a ser, além de repórter, ancora desta versão do programa.

As vestimentas eram: camisetas coloridas de botão ou básicas neutras, calça jeans e sapatos do tipo “mocassim”. O apresentador e o repórter possuíam visuais idênticos, pois ambos tinham bigodes e cabelos com o mesmo corte “social” (detalhe para Fernando José que usava óculos de formato quadrado e grande). O cenário era composto por charges que retratavam alguma notícia ou fato importante sobre a cidade e/ou país. Permanecia, na bancada do apresentador, uma escultura de uma cobra de cipó enrolada em um galho de madeira (feita por um fã) que representava o jargão do programa: “Mata a cobra e mostra o pau”. Não raro, o repórter Guilherme Santos fazia reportagens com outra escultura semelhante em miniatura.

O programa dava atenção especial à defesa do consumidor, tendo como exemplo o período do plano econômico de Sarney (Plano Cruzado), no qual, não raro, o repórter conseguia provocar o fechamento de supermercados e outros estabelecimentos comerciais, junto a fiscais do governo: SUNAB (Superintendência Nacional do Abastecimento), PROCON (Proteção ao Consumidor), CODECOM (Coordenação de Defesa do Consumidor), Delegacia de Economia Popular, IPEMBA (Instituto de Pesos e Medidas da Bahia) e Secretarias de Saúde do Estado e do Município; sempre acompanhado pelas polícias Civil, Militar e Federal.

Um fato interessante é que o programa criou o Dia Estadual da Fiscalização, reunindo todos os órgãos importantes, já citados, na capital e depois expandindo a ação pelo interior baiano promovendo uma maior integração entre os fiscais do estado com o apoio e participação da Tribuna da Bahia, que imprimiu em formato tablóide a divulgação do evento e as tabelas de preços dos produtos fiscalizados.

O Balanço Geral na TV, assim como o formato da rádio, diariamente cedia espaço para as reivindicações da população através de reportagens, gravadas antecipadamente; além de apresentar notícias do tipo sensacionalista com os fatos do dia-a-dia da cidade (factuais), entre elas: acontecimentos policiais adjetivando os bandidos com jargões próprios (“malandreco, filho de mãe infeliz, capeta desgarrado, exum desmamado etc”), problemas sociais, greves e o quadro conhecido como Clipe-Reclamação (vídeo-clipe musical que era produzido a partir da letra de uma música com caráter de protesto, retratando os problemas da cidade e/ou da população). Toda sexta-feira, encerrava o programa com um artista musical.

A partir de 1988, o programa teve mudanças da sua equipe. Devido ao afastamento do apresentador Fernando José e do repórter Guilherme Santos, ambos por envolvimento político, fizeram parte do quadro de apresentadores: Cristovão Rodrigues, Raimundo Varela, Djalma Costa Lino e Genildo Lawinsk (na época de sua participação, era diretor de jornalismo da TV Itapoan).

Fernando José tornou-se prefeito de Salvador, em 1989, e neste período se manteve longe da mídia. Guilherme Santos foi substituído pelo repórter Zé Bim, e após eleito vereador de Salvador, em 1988, passou a apresentar o programa Canal Livre-Bahia, que posteriormente tornou-se Guilherme Santos repórter Olho Vivo, ambos na TV Bandeirantes, ficando no ar até 1991.

O programa Balanço Geral possuía o editorial independente da equipe de jornalismo da TV Itapoan, ou seja, não repetia notícias apresentadas nos demais jornais da empresa, pois sempre produzia as próprias matérias, fazendo parte apenas do departamento de produção da TV, que era dirigido por Carlos Borges (atualmente trabalhando nos Estados Unidos).

Devido à baixa audiência do programa causada pelas diversas mudanças de equipe e linha editorial, este saiu do ar em 1990, voltou sete anos depois, com apresentação de Raimundo Varela, após a compra da emissora pela Rede Record, pertencente ao bispo da Igreja Universal do Reino de Deus, Edir Macedo Bezerra.

Apresentado desde 1997 por Raimundo Varela, teve como repórter Ely Correia, que fazia o quadro ao vivo “chutando o balde” – jargão que ilustrava a ação do repórter, que agia, após a reivindicação da população, chutando um balde para simbolizar insatisfação do povo, extinto meses depois. Posteriormente, passou a fazer parte de um quadro de esportes do Balanço Geral, conhecido popularmente como Empurra Empurra – no qual o repórter participava de uma verdadeira algazarra junto com as torcidas – que ficou no ar até 2008.

Em 2006, por problemas de saúde, Varela foi substituído por Gerdan Rosário (no período em que o apresentador oficial ficou internado para ser transplantado de rim e fígado). O Balanço Geral não possuía, neste período, repórteres exclusivos, repetindo na integra algumas reportagens dos programas jornalísticos da emissora, que eram comentadas pelo âncora.

Em Dezembro de 2006, ainda com Varela afastado, devido à concorrência do programa Se Liga Bocão – pertencente, na época, à emissora TV Aratu, apresentado por José Eduardo e tendo como repórter com características humorísticas, Zé Bim –, o Balanço Geral passou a perder o primeiro lugar do Ibope.

O programa foi reformulado pelo ex-diretor de jornalismo da emissora, Rafael Perantunes (atualmente produtor executivo do Domingo EspetacularRede Record), inicialmente, com a recontratação do repórter Guilherme Santos – o mesmo da primeira versão do programa da rádio e da TV –, que passou a fazer dupla com Gerdan Rosário, no objetivo de recuperar a audiência ameaçada pela concorrência e pelo afastamento do “âncora oficial”.

Após a recuperação total de Raimundo Varela, em 2007, este voltou a apresentar o Balanço Geral, que foi reformulado novamente em aproveitamento das reportagens exclusivas do programa feitas por Guilherme Santos. Posteriormente, com a contratação do repórter Adelson Carvalho, foram criados novos quadros, como: A praça do povo e O povo fala; a partir de então, passaram a ter prioridade às notícias exclusivas produzidas pelos dois repórteres e factuais, feitas pela equipe de jornalismo da emissora.

No mesmo ano, o programa Esporte Record, apresentado antes do Balanço Geral, diariamente, por Silvio Mendes e Carolina Lima (atualmente âncora do jornal Bahia no Ar, ao lado de Marcos Pimenta), transformou-se em um quadro do programa, mantendo a participação de Silvio Mendes, porém ao lado de Varela.

O programa, esporadicamente, foi apresentado nesta nova fase por Claudio Luiz (ex-apresentador dos programas de entretenimento: Abre Coração e Toque Premiado, da TV Itapoan - atualmente pertencente ao grupo de apresentadores da TV Aratu) -, Adelson Carvalho e Guilherme Santos.

De segunda a sexta-feira, das doze às treze horas, é transmitido antes do programa Se Liga Bocão (que passou a fazer parte da emissora com o apresentador José Eduardo, em 2008). Possui auditório que recebe trabalhadores, comunidades, estudantes, políticos e vítimas de violência, que são entrevistados por Raimundo Varela e Guilherme Santos. Com a criação do quadro A praça do povo (uma espécie de O povo fala), com Adelson Carvalho, o programa passou a dar maior acesso às reivindicações da população nas ruas da cidade, com transmissão ao vivo, todos os dias, na Praça da Piedade (Salvador).

Adelson Carvalho, ficou conhecido no programa com os jargões: “eu vi”(que já era utilizado por Guilherme Santos na primeira versão do programa na rádio) e “abra o olho jovem”. Responsável pelas matérias policiais, hoje é quem assume o comando de âncora na ausência de Raimundo Varela. Guilherme Santos é responsável pelas reportagens dos bairros, pelas matérias de reivindicações contra prefeituras e pelo quadro Tribuna do povo, uma espécie de Fala Povo feito no interior

No dia-a-dia o âncora usa terno e gravata, os repórteres exclusivos usam camisa social e calça jeans, e, os repórteres do jornalismo usam roupas sociais ou ternos.

O cenário possui uma arte-gráfica produzida com padrão mais formal e com recursos de alta qualidade que reproduzem a sensação de profundidade, além de duas telas LCD de 32’’ que caracterizam o slogan do programa e introduzem as matérias que serão exibidas.

Uma vez por mês, o Balanço Geral possui uma versão transmitida ao vivo de um bairro de Salvador, em cima de um palanque, sempre aos sábados, no horário de doze às treze horas, feito com apoio dos órgãos estaduais, prestando serviços para a população com atendimentos odontológicos, médicos, assessoria jurídica etc. Nesta versão, conta com participação de José Eduardo e é apresentado pelo próprio Varela, atendendo as reivindicações do bairro e promovendo um mega show musical com bandas da localidade e/ou reconhecidas nacionalmente. Neste dia específico, só participam os repórteres exclusivos do programa, vestindo camisas pólos azuis com o símbolo da TV Itapoan - Rede Record bordado e calça jeans. Os apresentadores, diferente do estúdio, usam camiseta social.

O formato do programa foi repetido pela Rede Record – com algumas adaptações pra cada região –, nos demais estados onde a emissora possui filiais ou retransmissoras.

Balanço Geral (Comparativo histórico)

Comparação do programa Balanço Geral da Rádio Sociedade da Bahia, do início em 1980 aos tempos de hoje, 2010

1° comparação
  • De 1980 a 1988, o programa apresentava o perfil de repercutir as principais manchetes dos jornais através dos comentários feitos pelo âncora.
  • Hoje, em cada programa é escolhido um tema principal, de alguma manchete jornalística, para ser repercutido com opinião dos ouvintes. O estilo comentarista é pouco usado.
2º comparação
  • De 1980 a 1988, os ouvintes, através do telefone, faziam reivindicações coletivas (bairros, filas, direito do consumidor etc).
  • Em 2009/2010, o programa possui o perfil de permitir que os ouvintes, através do telefone, façam suas reclamações, principalmente pedidos pessoais, como: cesta básica, atendimento médico, atendimento jurídico etc.
3° comparação
  • De 1980 a 1988, o Balanço Geral não deslocava equipe para reportagem no interior e toda transmissão ao vivo era feita através de LP (linha “telefônica” privada) e VHF instalados nos carros da emissora.
  • O Balanço Geral, hoje, uma vez por semana, desloca equipe jornalística para o interior da Bahia, ouvindo a reclamação da população ao vivo. Além do LP, atualmente utiliza o celular para fazer entrevistas e divulgação de notícias ao vivo.
4° comparação
  • Entre 1980 e 1988, o programa era transmitido das sete às nove horas da manhã
  • Atualmente, é transmitido das seis às oito horas da manhã.
5° comparação
  • De 1980 a 1988, o programa possuía um repórter que o simbolizava, ou seja, um que era preferencial.
  • Atualmente, o programa utiliza a equipe de reportagem da emissora, sem preferência do profissional.
6° comparação
  • Na primeira versão, além dos telefones, os ouvintes tinham contato com a produção do programa através de cartas
  • Atualmente, além das cartas, os ouvintes mantêm contatos com a produção do programa através de e-mails e do website.

Comparação do programa Balanço Geral da TV Itapoan, do início em 1985 aos tempos de hoje, 2010

1° comparação
  • Quando lançado, em 1985, o programa dedicava maior parte do tempo em reportar os problemas da cidade, fiscalizar o plano Sarney e valorizar os direitos do consumidor; provocando inclusive o fechamento de vários estabelecimentos comerciais.
  • Atualmente, o programa possui um perfil mais próximo do jornalístico tradicional, ao repetir as matérias dos telejornais da emissora. Também contém leves características sensacionalistas, ao apresentar reportagens com gênero popular e com críticas em formato humorístico.
2° comparação
  • O programa não fazia transmissão ao vivo de reportagens externas. Tudo era gravado, editado e, posteriormente ia ao ar.
  • Atualmente o programa possui transmissão ao vivo, geralmente na Praça da Piedade e, esporadicamente, em outros locais, quando ocorrem fatos que justifiquem a mudança, como: rebelião em presídio, soterramentos causados pela chuva ou divulgação de eventos.
3° comparação
  • As matérias eram produzidas em “plano sequência”, ou seja, feitas com textos improvisados, sem nenhum tipo de gravação de offs, correção de produtores e editores, dando aparência de matéria ao vivo.
  • Atualmente, apenas os repórteres Adelson Carvalho e Guilherme Santos, fazem a reportagem do tipo “plano sequência”, as demais matérias são produzidas com gravação de offs e correção dos textos através dos produtores e editores do programa.
4° comparação
  • O programa só possuía um repórter e este criava sua própria pauta.
  • Hoje, o programa possui vários repórteres, estes obedecem a pautas produzidas pela produção, porém, Guilherme Santos e Adelson Carvalho, possuem a liberdade de criar as próprias pautas.
5° comparação
  • O programa não possuía auditório e o cenário era improvisado com charges que representavam algum fato ou reclamação popular. O visual do estúdio era “bagunçado”, sem equilíbrio de cores e sem profundidade.
  • Atualmente, possui auditório, cenário padronizado com equilíbrio de cores e profundidade, melhor qualidade de iluminação e duas telas LCDs de 32’’ com o logotipo do programa.
6° comparação
  • O apresentador vestia camiseta colorida de botão e o repórter camisa básica de malha, cor neutra.
  • Atualmente o apresentador utiliza paletó sem gravata; os repórteres Adelson e Guilherme usam camisa social de botão com cor neutra e calça jeans; já os repórteres do jornalismo, se homem, usam paletó com gravata e calça social, se mulher, usam blazer ou camisas sociais com saia.
7° comparação
  • Na primeira versão, só existiam reportagens feitas por um homem. (gênero sexual citado no singular pelo fato do programa ter apenas um repórter nesta época)
  • Atualmente, possui reportagens produzidas também por mulheres.
8°comparação
  • O programa era veiculado de segunda a sábado das dezoito às dezenove horas, sendo que, aos sábados, era uma versão exclusiva sobre os problemas do interior baiano.
  • Atualmente, o programa é veiculado de segunda a sexta-feira das doze às treze horas, e uma vez por mês aos sábados, no mesmo horário, sendo que neste dia específico, o Balanço Geral é apresentado em um bairro em cima de um palanque, com entretenimento, participação de bandas e prestação de serviços para a população com “stands” de órgãos públicos e parceiros da iniciativa privada: Ministério Público, SAC, Coelba, Embasa, Limpurb, Vega, Supermercados, Lojas de móveis, Serviços odontológicos etc.
9° comparação
  • As reportagens eram mais extensas, chegando a ter oito minutos de duração.
  • Atualmente, as reportagens, salvo algumas exceções, duram em média dois minutos.
10° comparação
  • O programa não falava sobre futebol.
  • Atualmente, existe um quadro no Balanço Geral, específico para falar de esporte de forma geral, com Silvio Mendes.
11° comparação
  • O Balanço Geral não possuía propaganda (merchandise) ao vivo.
  • Atualmente, existem anunciantes que divulgam seus produtos ao vivo no programa.
12° comparação
  • Na primeira versão não existiam os quadros: Tribuna do povo, A praça do povo e O povo Fala. Já descritos historicamente no trabalho.
  • Na versão mais recente, com Varela, além dos quadros citados, durante um curto período de tempo houve a participação do jornalista Samuel Celestino como comentarista político.
13° comparação
  • O Balanço Geral, antigamente, não sorteava prêmios
  • Atualmente, o programa sorteia: cestas-básicas, dinheiro, brinquedos, móveis e outros produtos, através de um jogo de adivinhação, no qual o telespectador liga para um número celular do programa, faz o cadastro, e, se sorteado, é convidado a participar ao vivo no programa pelo telefone.
14° comparação
  • Na primeira versão, toda sexta-feira o Balanço Geral era encerrado com uma apresentação musical.
  • Hoje, raramente isso acontece.
15° comparação
  • O jargão principal do programa era: “mata a cobra e mostra o pau”, representado por uma escultura de uma cobra enrolada em um galho, esculpida em madeira. Outro jargão conhecido era: “Pode, Fernando?”, perguntado pelo repórter no final das matérias para o âncora, que respondia: “Pode não, Guilherme!”
  • Atualmente, o jargão principal usado no programa é: “me deixe, viu, Varela?”. Os repórteres exclusivos do Balanço Geral finalizam suas matérias falando: “Varela, o povo ta zangado” – Guilherme Santos; e “Abra o olho, jovem!”, “Seu vizinho ta de olho em você” e “Eu vi!”– Adelson Carvalho.
16 comparação
  • Na primeira versão, além dos telefones, os telespectadores tinham contato com a produção do programa através de cartas
  • Atualmente, além das cartas, os telespectadores mantêm contatos com a produção do programa através dos e-mails e da web site.

Balanço Geral

Quadros - Atualmente

A Praça do Povo - é um link direto para a população apresentar suas necessidades: fazer uma queixa, uma reclamação, um apelo, a busca por uma pessoa desaparecida e até a oportunidade de mostrar seu talento. Apresentado por Adelson Carvalho, eventualmente por Guilherme Santos.

O Povo Fala - acontece todos os dias no estúdio do programa. É um espaço onde as pessoas ficam ao lado do apresentador Raimundo Varela e fazem pedidos, denúncias e apelos. Apresentado por Guilherme Santos.

Disk Denúncia - traz a participação da população através do telefone. O telespectador liga e deixa sua mensagem gravada. Uma queixa, uma dúvida ou um recado para as autoridades.

Me deixe viu, Varela! - apresenta as queixas da população indignada com a falta de interesse das autoridades. (Quadro cancelado da pauta do programa, favor analisar a retirada desta informação)

Redação

Apresentadores

  • Raimundo Varela
  • Armando Mariani - Versão do rádio
  • Adelson Carvalho - Na ausência de Varela, e aos sabados, no rádio.

Ex-Apresentadores

  • Fernando José - Ex-prefeito de Salvador/Bahia (*in memorian)
  • Guilherme Santos - Versão: Balanço Geral no Interior - Ex-vereador de Salvador/BA
  • Gerdan Rosário
  • Claúdio Luiz - Atualmente pertecente a TV Aratu
  • Cristovão Rodrigues
  • Djalma Costa Lino
  • Genildo Lawinscky - hoje apresentador e chefe de reportagem da Rede Bahia

Equipe

Editor-Chefe e Apresentador
Reporteres Exclusivos do programa
Produtora-Executiva
  • Cristiane Campos
Edição
  • Cássia Penalfa
Produção
  • Dil Santana
  • Ingrid Dragone
  • Marcela Souza
  • Sheila Pereira
Pauta
  • Cássia Arriaga
Chefia de Redação
  • Guilherme Zwetsch
  • Telma Verçosa
Gerente Regional de Jornalismo
  • Roberto Quirino
Diretor Nacional de Jornalismo
  • Douglas Tavolaro

Ver também

  • Portal Televisão

 

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