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definição - feira

definição - Wikipedia

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sinónimos - feira

feira (n.)

quermesse  (Portugal)

locuções

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dicionario analógico





 

occasion (en)[Hyper.]

feira (n.)


Wikipedia

Feira

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Nota: Se procura a freguesia sede do concelho de Santa Maria da Feira, consulte Feira (Santa Maria da Feira).

Uma feira é um local público em que, em dias e épocas fixas, se expõem e vendem mercadorias. Também é uma designação complementar dos cinco dias úteis da semana: segunda-feira, terça-feira, quarta-feira, quinta-feira e sexta-feira. Do ponto de vista de recreação, uma feira é uma exposição ou um parque de diversões.

História das feiras

Uma barraca de Feira Livre em Poá - SP - Brasil, onde são comercializados alimentos.

A história da humanidade está repleta de referências a feiras. Não se sabe ao certo onde e quando apareceu a primeira feira, no entanto há dados que nos permitem afirmar que em 500 a.C. já havia feiras no Médio Oriente, nomeadamente em Tiro.

As primeiras referências a feiras aparecem misturas com referências ao comércio, às festividades religiosas e aos dias santos. As feiras sempre revelaram um carácter comercial desde o início. Mercadores de terras distantes juntavam-se, trazendo os seus produtos autóctones para troca por outros. É também evidente que a religião andou de mãos dadas com o comércio. A palavra latina feria, que significa dia santo, feriado, é a palavra que deu origem à portuguesa feira, à espanhola feria ou à inglesa fair.

Após a decadência do Império Romano, as feiras medievais representaram o momento no qual ressurge o comércio na Europa, no final do século XI. A Europa saía do feudalismo, no qual as pessoas viviam em territórios limitados, no qual produziam tudo o que precisavam, sendo que quando algo faltava, conseguiam-no através de trocas.

No entanto, as Cruzadas reabriram o caminho pelo mar Mediterrâneo e possibilitaram aos europeus um maior contacto com o Oriente, de onde traziam mercadorias raras e exóticas (cravo, canela, pimenta, seda, porcelana), muito cobiçadas no Velho Continente. Neste momento, podemos falar no renascimento comercial, uma vez que essas mercadorias eram trazidas e fizeram com que o dinheiro, até então entesourado, retornasse a circulação.

Estes produtos começaram a ser vendidos nas feiras que surgiam nas cidades que renasciam. Como essas novas cidades foram chamadas burgos, em virtudes de seus muros fortificados, os habitantes das cidades tornaram-se os burgueses, termo que posteriormente se aplicou somente aos comerciantes enriquecidos com sua prática.

Durante a realização das feiras medievais interrompiam-se guerras, a paz era garantida para que os vendedores, dispostos lado-a-lado, pudessem trabalhar com segurança. Da mesma maneira, guardas vigiavam todo o perímetro de modo a evitar que algum desordeiro pudesse causar incómodos àqueles que por ali passavam e desejavam efectuar suas compras. Os mercadores medievais realizavam as transições comerciais e intermediavam trocas numa actividade eminentemente itinerante.

Enquanto dezenas de saltimbancos, fazendo malabarismos, procuravam divertir o povo que se movia de barraca em barraca, prosseguindo nas compras.

As feiras medievais foram instaladas em locais estratégicos, como o cruzamento de rotas comerciais, e algumas chegaram a ter abrangência internacional.

O renascimento do comércio tornou necessário o uso do dinheiro, prática que havia desaparecido quase que totalmente nos séculos anteriores. Nas feiras, como havia pessoas que vinham de vários lugares, havia uma grande variedade de moedas em circulação, o que desenvolveu os bancos e o câmbio.

História das feiras em Portugal

As feiras são uma das mais importantes instituições do período medieval em Portugal. Quase todas as feiras se realizavam em épocas relacionadas com festas de Igreja e, no local onde se faziam, existia uma paz especial, a paz da feira, que proibia todos os actos de hostilidade, sob penas severas em caso de transgressão.

A primeira menção duma feira portuguesa vem registada no Foral de Castelo Mendo de 1229 que se realizava três vezes no ano, durante oito dias de cada vez. Todos os que a ela concorressem, tanto nacionais como estrangeiros, teriam segurança contra qualquer responsabilidade civil ou criminal que pesasse sobre eles. Entre os privilégios que mais favoreceram o desenvolvimento das feiras portuguesas há que mencionar o que isentava os feirantes do pagamento de direitos fiscais, nomeadamente portagens, a que se dava o nome de feiras francas.

A partir do reinado de D. Afonso III (1248-1279) multiplica-se o número das feiras e ampliam-se as garantias e os privilégios jurídicos concedidos aos feirantes. O fomento do comércio interno por meio da instituição de feiras, teve como consequência o aumento populacional de determinadas zonas pouco povoadas, para além de engrandecer os rendimentos da coroa.

Durante o reinado de D. Dinis (1279-1325) activa-se o impulso dado anteriormente. O Entre Douro e Minho, a Beira e até o Alentejo cobrem-se de feiras, nomeadamente de feiras francas.

A partir do reinado de D. Fernando (1357-1367) a situação começa a alterar-se. Primeiro, foram as sucessivas guerras com Castela que prejudicaram grandemente o comércio ambulante. De seguida, a revolução de 1383-85, que teve como consequência um reforço da protecção real aos comerciantes das cidades e vilas em detrimento dos mercadores ambulantes.

Apesar de, em 1528, ter sido concedida uma feira franca a Vila Viçosa e, em 1576, à cidade do Porto, parece poder considerar-se o fim do século XV como o período de enfraquecimento da importância das feiras em Portugal. As cidades e as vilas, desenvolvendo-se e prosperando, serviam mais adequadamente os interesses e as necessidades económicas da comunidade do que as feiras. É natural que esse declínio se acentuasse no século XVI, quando Portugal brilhou como potência marítima e ultramarina, quando o grande comércio se concentrou definitivamente nas cidades portuárias do litoral. A partir do reinado de D. Manuel I (1495-1521) as feiras entraram numa fase de decadência.

No século XVIII ainda se instituíram feiras. Em 1720 criou-se no Porto uma feira franca de fazendas e animais. Em 1776, durante o governo do Marquês de Pombal, realizou-se em Oeiras, durante três dias, uma feira a que podemos chamar a primeira feira industrial portuguesa, com representação de todos os produtos da indústria nacional da época.

Apesar de todas as vicissitudes, algumas feiras tradicionais sobreviveram até aos nossos dias, como é o caso da feira de Espinho, às segundas-feiras; da feira dos Carvalhos, às quartas; ou da feira da Senhora da Hora aos sábados.

Ver também

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